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6 de novembro de 2014 - 18:39F1

Nos lagos, 1

INTERLAGOS – Também como parte da cobertura deste ano do GP do Brasil e a extrema rivalidade entre os dois pilotos da Mercedes, nós fizemos uma divisão no GRANDE PRÊMIO, para melhor acompanhar o início da decisão do título da F1. E eu acabei virando a setorista de Nico Rosberg neste fim de semana. Lewis Hamilton terá como ‘sombra’ o colega Renan do Couto.

Portanto, vamos ao Nico. O vice-líder do Mundial foi um dos convocados da FIA para a sabatina com os jornalistas na tradicional coletiva de quinta-feira. Rosberg chegou rindo e aparecia muito tranquilo, passou boa parte da conferência conversando com Felipe Massa. E respondeu à maioria das perguntas sem sequer mudar o tom de voz e brincou muito, especialmente com as questões relacionadas a Hamilton e à regra da pontuação dobrada.

Nico Rosberg na coletiva desta quinta em Interlagos (Foto: Getty Images0

Nico Rosberg na coletiva desta quinta em Interlagos (Foto: Getty Images)

Sobre o campeonato, Nico disse que não vai desistir, claro, mas admitiu que “precisa que algo aconteça” para bater Lewis, que faz um trabalho “muito melhor” desde Spa, também nas palavras do alemão. O piloto praticamente reconheceu que a coisa está muito mais difícil. E que terá de apelar para chuva ou qualquer outra coisa. Ainda assim, Rosberg se disse feliz por ainda estar na briga e pelo fato de ter duas corridas pela frente. Falando nisso, o filho de Keke Rosberg não deixou de brincar com os pontos dobrados.

“Agora, eu gosto muito dessa ideia! É realmente fantástica”, disse, rindo em seguida. Depois, tornou a coisa séria e falou também não ligar se eventualmente for campeão, as pessoas passarem a creditar o título à regra. “Eu não tenho de dizer nada a elas. Cada um tem sua própria opinião. E é isso. Não me preocupo.”

Aí veio a pergunta que o fez mudar o semblante por um instante. E isso aconteceu porque a frase continua duas palavras que o assustaram: Lewis e guerra. Em entrevista a jornalistas ingleses, Hamilton disse que entrou em “estado de guerra” depois do toque que tomou de Rosberg na Bélgica. Perguntado sobre como havia lidado com aquela situação e se algo havia mudado, Nico antes quis saber sobre o que falava o companheiro de equipe, para depois responder. Uma vez compreendido, o alemão negou e disse que “nada realmente mudou”, acrescentando: “Tivemos batalhas antes e agora temos outras. É isso”. Amanhã, começa mais uma.

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